Agronegócio
373 artigos publicados

Selic a 14% encarece rolagem do Tesouro e trava crédito no agro
A manutenção da Selic no patamar de 14,00% ao ano impõe Severa pressão sobre a rolagem da dívida pública pelo Tesouro Nacional e restringe a oferta de capital para o financiamento da safra.
Trigo sobe 2,9% em Chicago a US$ 684: aperto de oferta global pressiona custos
O salto de 2,93% no contrato futuro do trigo na Bolsa de Chicago impõe novos desafios para a cadeia de derivados no Brasil. Com o grão negociado a US$ 684,00 por bushel e a taxa de câmbio sob pressão, os custos de importação devem encarecer o insumo para moinhos nacionais.

Café arábica recua 7% em NY: liquidação pontual ou virada de tendência?
A forte correção de 7% nos contratos futuros do café arábica na ICE reflete uma realização acentuada de lucros por fundos especulativos, enquanto o mercado reavalia as condições climáticas no Brasil e o impacto cambial nos exportadores.
Piora nas safras dos EUA pressiona grãos e favorece exportador brasileiro
A revisão para baixo na qualidade das lavouras americanas pelo USDA injeta prêmio de risco nas cotações internacionais de grãos. O movimento beneficia tradings e produtores brasileiros, que capturam margens mais altas em momento de dólar cotado a R$ 5,19.

El Niño e soja hoje: MT projeta alta nos custos com ameaça à safra 2026/27
Alertas meteorológicos apontam riscos do El Niño para a safra 2026/27 em Mato Grosso. Com o dólar negociado a R$ 5,22, o aumento no preço dos insumos e o impacto na produtividade exigem gestão rigorosa de margem por parte do produtor.
Juros a 14% e crédito restrito sufocam agronegócio: a crise silenciosa no campo
O avanço do endividamento no campo somado à Selic em 14% a.a. impõe severa restrição de crédito aos produtores rurais. A liquidez reduzida e os custos operacionais pressionados exigem disciplina financeira na safra atual.

Trigo cbot hoje avança 2,04% a US$ 688,50 e pressiona custos de frete
Trigo futuro avança 2,04% na CBOT cotado a US$ 688,50 por bushel. A alta reflete demanda global firme e gargalos logísticos impulsionados pelo petróleo WTI em US$ 84,77.
ETFs de Bitcoin perdem fôlego com inflação nos EUA: o impacto nos mercados
Saídas líquidas nos ETFs de Bitcoin à vista sinalizam menor apetite global por risco diante do encarecimento dos juros americanos, pressionando o câmbio e recalibrando o fluxo de capital nos mercados futuros de commodities.

Tokens de IA caem 9% com petróleo a US$ 84: fuga para ativos reais
Tokens ligados à inteligência artificial como Fetch.ai e AGIX registram desvalorização de 9% em sete dias. O movimento reflete uma rotação de capital especulativo para ativos reais e commodities.

Dólar a R$ 5,22 e risco fiscal encarecem insumos e pressionam margem do agro
Com a alta do dólar a R$ 5,22 e o petróleo WTI cotado a US$ 84,77, o agronegócio enfrenta elevação nos custos de fertilizantes e diesel. O cenário exige cautela na fixação de preços e na compra de insumos.
Tensão no Oriente Médio encarece frete e petroinsumos: o impacto no agro hoje
O escalonamento das tensões no Oriente Médio pressiona as cotações do petróleo e ameaça rotas marítimas estratégicas. A alta nos custos de frete e insumos exige estratégia imediata de travamento de margens pelo produtor brasileiro.

Conab centraliza dados agrícolas: transparência afeta preços de commodities
A Conab unificou seus painéis operacionais e corporativos em uma única plataforma. A medida reduz a assimetria de informação na comercialização de grãos e traz eficiência à precificação no campo.

Choque climático nas safras globais e WTI a US$ 84,77 encarecem insumos
A volatilidade climática global e o petróleo WTI a US$ 84,77 impulsionam os custos de produção no agronegócio. O choque de oferta pressiona margens do setor e mantém prêmios de risco elevados na curva de juros.

Selic a 14% expõe risco de duration em pré longos se inflação surpreender
Com a Selic em 14,00% a.a., a alocação em prefixados longos esbarra no risco de duration. Pressões do petróleo WTI e inflação implícita exigem cautela diante do risco de abertura na curva de juros.
Selic a 14% trava Ibovespa em 167 mil pts: armadilha ou filtro?
Com a Selic em 14,00%, o Ibovespa consolida no patamar de 167 mil pontos. A história mostra que o ciclo favorece empresas com baixo endividamento e receitas em dólar, reduzindo a volatilidade direcional no curto prazo.

Dívida em 67,1% do PIB e Selic a 14% encarecem crédito para commodities hoje
O avanço da dívida líquida para 67,13% do PIB e a Selic em 14,00% renovam a pressão sobre as taxas do crédito rural negociado no mercado livre, reduzindo as margens de lucro dos produtores.
Café arábica despenca 6,2% em Nova York com pressão de oferta no Brasil
O contrato futuro do café arábica sofre forte correção de 6,22% no mercado internacional, refletindo melhora nas condições de safra no Brasil e ajuste de posições compradas antes da abertura em Nova York.

Dependência de fertilizantes expõe agronegócio e pressiona o dólar a R$ 5,18
A dependência de 85% na importação de fertilizantes volta a pressionar os custos do agronegócio brasileiro. Com o dólar a R$ 5,18 e o petróleo em alta, o gargalo estrutural limita os ganhos da safra e pressiona as margens do setor.
Recuperação judicial no agro dispara: alavancagem e juros pressionam campo
O salto nos pedidos de recuperação judicial no agronegócio reflete margens comprimidas e custos elevados de capital com Selic a 14%. O estresse financeiro atinge Fiagros, CRAs e revendas de insumos.

Bancos fecham torneira na safra 2026/27: crédito encolhe com dólar a R$ 5,16
Com a Selic em 14% e inadimplência em alta, grandes bancos restringem crédito para a safra 2026/27. Produtores rurais enfrentam spreads elevados e migram para Fiagros e operações de barter.