Renda Fixa e Juros
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Selic a 14%: marcação a mercado destrói 8% em títulos longos
A combinação de Selic a 14% ao ano e repaginação do risco global impõe perdas severas de marcação a mercado em títulos prefixados e IPCA+ de longo prazo. Entenda a dinâmica da curva de juros no pré-abertura.

Selic a 14% e Ibovespa a 185 mil: a armadilha do vencimento curto na B3 hoje
Com a Selic mantida no patamar de 14,00% ao ano e o Ibovespa orbitando a região histórica dos 185 mil pontos, o desalinhamento de prazos na renda fixa e variável impõe custos de oportunidade severos. Entenda o impacto do descasamento de liquidez.

Tesouro Direto hoje: prefixados longos expõem investidor a perdas severas
Com a taxa Selic mantida em 14,00% a.a., papéis prefixados de longo prazo acumulam alto risco de marcação a mercado. A inclinação da curva de juros ameaça a rentabilidade das carteiras antes do vencimento.

Abertura do spread entre IG e HY antecipa aperto no crédito privado
O aumento da distância de spread entre títulos Investment Grade e High Yield aponta para um voo para a qualidade no mercado de crédito corporativo, exigindo reprecificação das debêntures de maior risco.

Risco fiscal eleva DI longo a 14% e descola curva do juro básico
Pressão fiscal faz curva longa de juros abrir e exigir prêmios recordes mesmo com Selic em 14%. Entenda os impactos na renda fixa, ações e câmbio.
Ibovespa renova máxima aos 166 mil pts apesar da pressão dos Treasuries
Mesmo diante da abertura das taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, o Ibovespa sustenta o patamar dos 166 mil pontos, impulsionado pelo apetite por ativos locais e resiliência corporativa.
Curva de juros nos EUA aponta inversão: o que esperar dos mercados
O estreitamento do spread entre os títulos de 2 e 10 anos do Tesouro americano acende o sinal de alerta sobre a desaceleração nos EUA, pressionando o dólar a R$ 5,22 e redefinindo alocações globais.

Tesouro Direto exige prêmio recorde e expõe tensão na curva com Selic a 14%
A forte volatilidade na curva de juros futura pressiona os títulos do Tesouro Direto, exigindo prêmios de risco mais elevados em meio à Selic fixada em 14% ao ano. A inclinação da curva reflete incertezas fiscais e afeta diretamente a marcação a mercado dos papéis pré e indexados à inflação.

Selic a 14% expõe IPCA+ longo a perdas por marcação a mercado: o que esperar
A Selic mantida em 14,00% ao ano renova a pressão sobre papéis de renda fixa de longa duração. A volatilidade na curva de juros impõe perdas temporárias via marcação a mercado nos títulos IPCA+ mais longos.
Tesouro Direto hoje: taxa de 14% esconde armadilha no juro longo
Com a Selic em 14,00% a.a., investidores em prefixados longos enfrentam elevado risco de duration. Qualquer alta nas expectativas de inflação pode gerar perdas severas via marcação a mercado.

Curva longa estressa e juro real supera 7%: o risco fiscal no Ibovespa hoje
Deterioração das expectativas fiscais eleva prêmio de risco da curva longa, pressiona o custo de capital das empresas e impõe volatilidade aos ativos na B3.
Curva de juros pressiona em risco fiscal: o que o Tesouro enfrenta
Risco fiscal doméstico pressiona a curva de juros futuros, elevando prêmios de risco em títulos longos. Sem sinalização estrutural de controle de despesas, a pressão permanece elevada e afeta toda a estrutura de prazos da renda fixa brasileira.

Spread de crédito diverge: sinais de stress no high-yield
Títulos de alto risco se afastam de investment-grade. Movimento sinaliza repricing de risco em contexto de Selic elevada e vulnerabilidade para empresas alavancadas.

Spread de crédito se amplia: primeiro sinal de estresse financeiro?
Spread entre títulos de alto risco e grau de investimento se amplia na sessão, sinalizando possível deterioração do crédito global. O movimento, ainda contido, é o primeiro aviso de realocação defensiva que pode impactar renda variável e câmbio brasileiros.

Curva de juros americana normal, mas inversão segue no radar
Curva de juros americana normalizou-se, aliviando pressão sobre emergentes, mas sinais de recessão seguem no radar do mercado. A vigilância sobre nova inversão é essencial para investidores brasileiros.

Tesouro Prefixado em alerta: rentabilidade extrema esconde risco real
Tesouro Prefixado oferece rendimento acima de 13% ao ano com Selic em 14,25%. Mas esconde risco de capital para quem vender antes do vencimento — especialmente se a taxa cair ou subir significativamente.
Spread de crédito marca indiferença: o que sinaliza para renda fixa
Spread entre crédito de alto risco e grau de investimento marca -0,15pp em neutralidade, sinalizando paralisia no mercado. O movimento precede volatilidade abrupt e revela repricing inadequado de risco corporativo global.

Inflação volta a preocupar: títulos protegidos disparam e sinalizam risco
Títulos protegidos contra inflação começam a disparar, sinalizando que o mercado repricia risco inflacionário em horizonte de 5 a 10 anos. O movimento reflete ceticismo sobre a trajetória fiscal e aponta para compressão entre a Selic e prêmios de risco.
Títulos de mercados emergentes em foco: o que o dólar a R$ 5,07 muda
Dólar pressiona títulos de emergentes enquanto Ibovespa mantém equilíbrio frágil. Selic em 14,25% não compensa risco cambial em cenário de dólar forte.
Spread de crédito sobe, mas mercado mantém apetite por risco
Spreads entre bonds de alto risco e investment grade se ampliam, mas permanecem em níveis históricos baixos. O mercado sinaliza cautela, não pânico, com preocupação crescente sobre qualidade de crédito corporativo.